1º Curiosidade sobre a Estação Ciência.

A Estação Ciência é um local onde há varias exposições onde você pode se aventurar.

 Ciências Biológicas

Na área da Biologia todos os visitantes poderão conhecer a máquina maluca de fabricar perfumes, cobras como a cascavel, a caiçaca e píton bola, a diversidade aquática, a formação de um Atol, o esqueleto humano, musculatura e órgãos

Além disso, torsos feminino e masculino mostram a complexidade da organização interna do corpo humano, com destaque para uma pelve feminina grávida.

O visitante poderá, também, ver o mundo dos cupins e aprender a identificar a idade da Araucaria angustifolia (pinheiro-do-paraná). 


Exposição Anatomia da Madeira

Segundo o Prof. Dr Gregório Ceccantini, do departamento de Botânica do Instituto Biociências da USP, coordenador da exposição, as florestas de araucária, depois de décadas de exploração, foram reduzidas e a espécie encontra-se ameaçada.

Através de painéis explicativos e de amostras de plantas como a Araucaria angustifolia (pinheiro-do-paraná), a árvore que produz o pinhão, o visitante poderá observar e identificar a idade da árvore, descobrir em que partes do Brasil é encontrada, além de suas características e de sua importância para flora e fauna brasileira.



A vida debaixo d'água - Os mistérios das águas

A exposição "A vida debaixo d’água – Os mistérios das águas" mostra um pouco da diversidade aquática e da interação entre as várias espécies que compõem este ambiente.
Através de um conjunto de aquários com diversas espécies vivas, tais como peixes, ouriços e estrelas, o visitante pode conhecer melhor o ambiente dos mares e dos rios. Além dos aquários, a exposição traz ainda uma série de animais resinados, painéis e maquetes.


Recifes de Corais

Os recifes de corais são formações originárias de sedimentações de esqueletos de corais e algas calcáreas, que se restringem aos mares tropicais, em regiões de entre marés, na plataforma continental e em zonas de águas claras e com temperaturas maiores que 20ºC.


Conchas

As conchas são verdadeiras esculturas calcárias naturais que sempre exerceram grande fascínio sobre o homem. Podemos encontrar conchas em todos os ambientes: nas florestas, rios, lagos, mares ou até nos jardins de nossas casas. São cerca de 80.000 espécies. Existem conchas com menos de um milímetro de comprimento e outras que chegam a mais de um metro como as Tridacnas, umas sem cores ou apenas brancas enquanto outras misturam-se às cores parecendo um arco-íris. A concha é uma formação de carbonato de cálcio encerrado numa rede proteica, secretada pelo molusco que funciona como um esqueleto protegendo o corpo mole do animal.


Conquiologia/ Malacologia

É a ciência que estuda as formas, cores, espinhos e demais características anatômicas das conchas pertencentes ao Filo Mollusca. Esta ciência representa uma importante contribuição para o conhecimento dos organismos pertencentes à ampla diversidade da fauna mundial.

Costão Rochoso

Este ambiente abriga uma riquíssima biodiversidade que se adaptou ao forte batimento das ondas, à variação das marés e às diferentes condições de cada ponto da costa. Os organismos do Costão têm que ter adaptações à falta de água ou ainda à água doce, aos raios de sol e às temperaturas altas e baixas, quando ocorre a maré baixa. Neste ecossistema convivem comunidades de algas e animais marinhos que se fixam fortemente às rochas, como moluscos e crustáceos, e também aqueles que encontram abrigo entre as pedras, como lagostas e peixes.


Litoral Paulista

O litoral Paulista conta com uma imensa diversidade de plantas e de animais, tanto terrestres quanto aquáticos. Na faixa de terra que separa o oceano das encostas da Serra do Mar, em uma área de no máximo 10 quilômetros de largura e cerca de 500 quilômetros de extensão, alternam-se vários ecossistemas distintos, com sua flora e fauna típica. Ora vêem-se manguezais com árvores que tentam se equilibrar no solo instável, ora surgem as dunas e suas plantas adaptadas ao calor e à salinidade. Nos costões rochosos, peixes, algas e ouriços surgem em abundância e altamente adaptados.


Rio Amazonas

Compreende uma área com cerca de 7,5 milhões de km², que inclui oito países. Só na área brasileira estão aproximadamente 5 milhões de km (67% de sua extensão aproximadamente).
Apresenta a maior biodiversidade do planeta com cerca de 3.000 espécies conhecidas de peixes,  anfíbios e répteis.
Os peixes mudam de hábitos em época de cheias, invadindo as florestas submersas a procura de alimento, como os pacus e tambaquis que buscam frutos e sementes, agindo, como dispersores. Outros vão alimentar-se de pequenos peixes e insetos que capturam aos pulos, fora d'água. Os botos invadem as matas atrás de peixes e os peixes-boi vão atrás de pastagem submersas.
Os animais que chegaram com a cheia voltam a seu habitat esperando o próximo período de chuvas. Os peixes coexistem com anfíbios e répteis. Grande parte dos peixes amazônicos são capturados ilegalmente para serem vendidos como animais ornamentais, o que vem causando grande impacto ambiental.

Rio Tietê

O Rio Tietê - que em Tupi, significa verdadeiro - atravessa praticamente todo o território paulista, desde a Serra do Mar até o Rio Paraná. Seu nascedouro está localizado no Bairro da Pedra Rajada, no Município de Salesópolis. Seu comprimento total é de 1,15 mil Km e o grande desnível de seu curso tem sido aproveitado para a construção de várias barragens destinada à produção de energia elétrica. Está dividido em quatro trechos: Alto Tietê, Médio Tietê Superior, Médio Tietê Inferior e Baixo Tietê.
O Tietê é um rio de contrastes: Ele nasce a 22 quilômetros do litoral, em Salesópolis, e, em vez de correr para o mar - como a maioria dos rios - suas águas seguem pelo interior, pois não conseguem vencer as escarpas da Serra do Mar. Entre os rios de Paraitinga e Biritiba Mirim, sua área equivale a uma reserva de 400 hectares . Além disso, sua fauna é importante para a comunidade, pois proporciona grande variedade de peixes de médio e grande porte, que são coletados, para comercialização, por várias populações ribeirinhas.

Texto: Leonardo Bruno de Azevedo
Diagramação: Juliana Parollo


Exposição Corpo Humano

Bonecos

Uma menina e um menino de espuma convidam as crianças a conhecer o formato e a função de alguns órgãos do corpo humano de uma forma divertida. Coração, pulmão, fígado, rins, bexiga, estômago e intestinos podem ser retirados dos bonecos e manipulados pelos visitantes com a ajuda de um monitor. O visual lúdico e a linguagem simples facilitam o trabalho com as crianças.


Anatomia

O esqueleto humano, a musculatura (braço e perna) e órgãos (coração e pulmão) podem ser visualizados em detalhe nos modelos anatômicos dispostos em vitrines acompanhadas por painéis ilustrativos dos sistemas (circulatório, respiratório, muscular, nervoso, digestório, excretor, reprodutor feminino e reprodutor masculino). Torsos feminino e masculino mostram a complexidade da organização interna do corpo humano, com destaque para uma pelve feminina grávida, mostrando um feto, e uma série com cinco estágios do desenvolvimento fetal humano.


Anatomia Seccional

Cortes do corpo humano preparados com a técnica de plastinação mostram ossos, músculos, pêlos e outras estruturas em detalhe. Cortes como estes são utilizados no curso de Medicina e facilitam a compreensão da localização dos órgãos e estruturas no estudo da anatomia e na avaliação dos exames por imagem, como a tomografia. Esta técnica inovadora foi trazida da Alemanha pelo Prof. Dr. Aldo Junqueira Rodrigues Júnior, da Faculdade de Medicina da USP.


Fotos intrauterinas

Fotos do desenvolvimento embrionário e fetal humano, de autoria de Lennart Nilsson, ressaltam a beleza em cada um dos estágios mostrados, do momento da fecundação até o nascimento. Esta técnica de fotografia, desenvolvida na década de 60, é considerada revolucionária ainda hoje e mostra, com grande nitidez, detalhes do desenvolvimento embrionário.


Mitose – o Ciclo Celular

As fases da Mitose - Prófase, Metáfase, Anáfase e Telófase - são mostradas numa reconstrução tridimensional, a partir de imagens obtidas no microscópio confocal a laser, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Cada uma das fases e sua descrição é apresentada em um painel ilustrativo e a sequência de fases é apresentada em animação 3D.
Texto: Francisco Lázaro
Diagramação: Juliana Parollo

Espaço do Olfato

Todos os visitantes poderão conhecer a máquina maluca de fabricar perfumes e a exposição que ensina tudo sobre como funciona o nosso olfato, um dos mais ricos e complexos sentidos do ser humano.
A proposta da nova exposição permanente é proporcionar uma experiência que une conhecimento à vivência de novas sensações e emoções.



Concebida e construída em parceria com O Boticário, a exposição de 30m² traz uma máquina interativa com aplicação multimídia, que permite que quatro usuários, simultaneamente, exercitem o olfato e conheçam conceitos básicos sobre características e história de um perfume.
Quatro fragrâncias – amadeirada, chuva, floral e infância – poderão ser experimentadas e farão os visitantes recordarem momentos importantes de suas vidas.


Além disso, o Espaço do Olfato tem uma bancada com explicações sobre o sentido por meio de infográficos e imagens de computação gráfica. Dois monitores de LCD HD dão animação às imagens. Um painel instalado no local traz curiosidades, como o caminho que o olfato percorre no corpo humano.

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